quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Estamos cercados de porcos ou somos eles?



O povo brasileiro deve comemorar o que? bolsa família? auxílio celular, que ainda vai entrar em vigor em 2010? ou parabenizar os senhores que colocaram dinheiro na meia? ou o comentário da ministra Dilma de que a natureza é adversaria do desenvolvimento? ...Foram tantas pérolas que fica difícil selecionar apenas uma, mas de uma coisa tenho certeza, a indignação do povo é grande.
Trabalhamos tanto para conseguir garantir uma boa alimentação, saúde e educação, enquanto que para os políticos bacanas, que deveríam legislar a favor da nação brasileira, esta tudo a mil maravilhas, lógico com o dinheiro do povo, tudo é fácil e muito lindinho. Tudo acaba em pizzaaaaaa!!!!! Revoltante!!!
São criminosos agindo na certeza da impunidade.
Em 2010 tem eleições e é nas urnas que devemos demonstrar nossa indignação com esse sistema inoperante.

Devemos ficar sempre alerta


Foto: Márcia Barreto

São várias...


Estamos cercados de ...


Não podemos perder as esperanças

Parece frase de auto ajuda, mas é assim que vou encerrar o ano de 2009. Diante de tantos obstáculos que enfrentei neste ano que acaba, só tenho que acreditar que tudo vai ser diferente. Começando por um que teve início no dia 11 de outubro de 2009. Desde essa data que os moradores da Ladeira das Ubaranas-Amaralina convivem com um vizinho equivocado que quando liga o som, ninguém mais pode fazer absolutamente nada. Por inúmeras vezes conversamos com ele, pedimos amistosamente que baixasse o volume para que pudessemos levar a nossa vida, também, mas de nada adiantou e assim o ano acaba. Ligamos para sucom e para polícia, mas eles nunca apareceram no local e diante dessa omissão dos poderes públicos ele permanece transformando a vida de pessoas de bem, que saem para trabalhar antes do sol nascer num verdadeiro inferno.
Um agravante que a Coelba não sabe por que não quer,  é que o cabra faz festa com a energia da Coelba, o chamado "gato" ou "miau". É abusivo, absurdo, enfim não existem palavras para demostrar tamanha indignação com essa situação. O que transforma a sociedade em uma verdadeira selva de pedras é a ausência dos poderes públicos, mas garanto que se esse endereço fosse de alguma autoridade, essa situação já teria sido resolvida, faz tempo. O "pai da criança já teria aparecido", mas como somos pobres mortais entregues a própria sorte ninguém faz absolutamente nada. Assim faço meu desabafo e peço a DEUS que nos guie e nos mostre uma boa solução para todos, para que possamos viver bem em nossos lares.


Essa é a nossa situação.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

"A luta segue", Já dizia nosso ex.sindicalista e atual Presidente do Brasil

Acabo de receber um email tratando da PEC que seria votada hoje, mas não foi e deve entrar na pauta da próxima semana. Ela é fruto do descontentamento dos jornalistas e estudantes, por causa da atitude retrogada do nosso Presidente do Supremo, não quero falar nome dele por que a energia é negra, em derrubar a exigência do diploma para exercer a profissão de jornalista. Nesta PEC ALGUNS deputados pedem a volta da obrigatoriedade do NOSSO diploma para exercício da profissão alegando que nada fere a constituição.
Fico pensando, como pode alguém que tem poder nas mãos passar por cima de todos, e defender os próprios interesses, sem nenhum constrangimento. Ao invés de procurar condenar os ladrões de dinheiro público, fica cumprindo as ordens dos cornéis comunicacionais. Triste Brasil!!! 

domingo, 18 de outubro de 2009

O problema é crônico

Parece brincadeira!!!
Todo domingo é igual...Som alto, gente gritando na rua, palavras de baixo calão e outras coisas a que estamos sendo obrigados a suportar. Por vários motivos, a exemplo do que citei anteriormente, dentre eles a ausência do Estado, pois, muitos cometem crimes e desrespeitam a comunidade em que vivem na certeza de que não vai acontecer nada. Assim todos fazem o que querem, sem pensar no coletivo e os ofendidos também sem racíocinar, praticam atos que nos remetem ao tempo da pedra lascada. E assim a sociedade vai se transoformando em algo monstruoso, onde tudo é matar ou morrer, não existe diálogo e quando alguém tenta conversar é tratado com grosseria e falta de respeito. A justiça tem que ser mais firme e tratar bandido como tal, o pagamento de fiança não deveria existir em determinados casos. Os julgamento, também, deveriam ser em menor tempo para que o infrator não ficasse livre.
Os políticos ao invés de ficarem votando salários vitalícios, para eles mesmos, deveriam  se posicionar e tratar a população com mais respeito e dignidade, se não aos seres, mas aos impostos que pagamos.
Do jeito que está não sei onde vamos parar.
    

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Pequenas considerações

Durante algum tempo pensei o que causaria a violência, que assombra as grandes capitais. Inúmeros motivos me vinheram a cabeça. A exemplo: o crescimento desordenado da população, falta de investimento dos poderes públicos, mas cheguei a conclusão que a causa de tudo é a falta de respeito e edução e o egoísmo. As pessoas estão pensando ,apenas, em si. Veja que engraçado, elas querem que os outros aceitem as suas loucuras. Hoje mesmo ouvi de um vizinho que ele apenas queria ouvir o som dele, mas pensem ai: o som estava na  porta da rua, a uma alta que os demais moradores sequer tinham direito de atende um telefone, assistir televisão ou dormir. Ainda segundo ele tinhamos que suportar a exacerbação do direito dele e a exclusão do direito de nós os demais moradores. Fiquei chocada! ou parafraseando o personagem da novela das sete(Globo), fiquei rosa chiclete.
Uma pessoa que nasceu e foi criada na Capiotal Baiana tratar o direito e os deveres de forma banal, como se não existisse lei, apenas a vontade e o desejo dele. Desde sábado ele faz isso, e as pessoas suportando, mas hoje muitos reclamaram, inclusive eu, mas não deu em nada ele permaneceu com o som nas alturas. É ai que entra a selvageria. Se não fossemos civilizados teríamos entrado em luta corporal ou mesmo cortado no aço, como dizem os profissionais do crime. Por isso concluír que a violência está diretamente ligada a falta de respeito e educação.
Aproveito esse espaço e faço um apelo, respeitem o próximo, não abuse da paciência do seu vizinho e saiba que tudo pode acontecer, o melhor é evitar.
Que DEUS toque o coração de cada um de vocês.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

A comunicação e os políticos

Por Márcia Barreto

Considerar a comunicação no Brasil um direito de todos é algo inusitado. É comum encontrarmos políticos, brasileiros, com grandes conglomerados de comunicação, fazendo uso deste meio para derrotar os adversários e se enaltecer. Herança maldita deixada pela ditadura militar, que nas décadas de 60 e 70 usava os meios de comunicação para difundir o regime. Sedentos de poder, os militares, saíram distribuindo concessões de rádio e TV para todos que apoiassem o regime e se declarassem propagadores dele.

Nos anos 80, após eleições diretas, Tancredo Neves chegou ao poder, mas antes mesmo de ser empossado, morreu. Foi substituído pelo vice José Sarney, que fez questão de honrar o acordo feito entre Tancredo e Antonio Carlos Magalhães, que era o de nomear este último para o Ministério das Comunicações. Assim foi feito. E logo após assumir o cargo, ACM distribuiu concessão de rádio e TV, “um mimo aos amigos”. Por isso é tão comum encontrarmos parlamentares brasileiros com algum tipo de concessão.

Enquanto no Brasil os políticos fazem o que querem com os meios de comunicação, nos E.U.A. isso nunca seria possível, pois lá existem leis para conter e punir os abusos cometidos, algo ainda utópico no país do futebol. Visando coibir os excessos e democratizar a informação a sociedade americana se presenteou com a F.C.C. (Federal Communications Comission), há pouco mais de 70 anos. Através dela o cidadão americano tem certeza de que as concessões de TV aberta são distribuídas democraticamente, priorizando sempre a programação local. Existem limitações para quantidade de canais que são concedidos a um grupo(s) ou pessoa(s). Para tanto, a FCC controla o funcionamento, conteúdo e tempo de exibição de toda programação. Se algum veículo de comunicação não obedecer às determinações, perde a sua permissão e fica sem direito a renovação.

Enquanto nos EUA a concessão é de oito anos para rádio e TV, desde 1996, aqui no Brasil, após a Constituição Federal de 1988, ficou determinado para televisão 15 anos e dez para rádio, considerado um período longo. Esta nova lei deu ainda plenos poderes aos políticos para resolverem se um veículo de comunicação perde ou não a permissão, através do voto nominal e de um quinto do Congresso. Os parlamentares por sua vez não querem se comprometer com os pares, e aproveitam ainda a oportunidade para legislarem em causa própria, já que muitos desses políticos possuem no mínimo uma permissão de rádio ou TV que receberam de presente.

No estado da Bahia há um exemplo marcante. A maior rede de comunicação baiana foi fundada por Antonio Carlos Magalhães, que exerceu nada menos que os cargos de ministro das comunicações, senador, governador do Estado, prefeito, deputado federal... e era considerado o maior cacique político da Bahia e até mesmo do Brasil. Depois da morte de ACM, a Rede Bahia, afiliada a Rede Globo, passou a ser dirigida por seu filho, o senador Antonio Carlos Magalhães Júnior. Em Alagoas, a família do ex- presidente do Brasil Fernando Collor de Melo é proprietária da TV Gazeta, afiliada a Rede Globo. A TV Mirante, no Maranhão, também afiliada à Globo é da família Sarney. E assim seguem por todo Brasil casos de políticos com verdadeiros impérios comunicacionais sendo usados em beneficio próprio.

Recentemente presenciamos, no estado do Maranhão, um abuso cometido por um desses políticos que foi presenteado com a concessão. O ex-presidente do Brasil e atual presidente do Senado, José Sarney, fez uso da TV Mirante, de sua propriedade, mas atualmente dirigida por seu filho, para incriminar o governador eleito pelo voto do povo. Jackson Lago para quem sua filha perdeu as últimas eleições. Segundo o site Observatório da Imprensa, o coronel-mor saiu de Brasília para acompanhar todo o processo, e dentre outras funções determinava a pauta, que visava sempre incriminar Lago. Ele dizia ao filho o que entrava, e o que não entrava na programação, almejando ter de volta o controle do estado.

No Brasil não há ninguém que controle este tipo de atitude. Mas se fosse em território americano, com certeza a FCC abriria um processo e se ficassem comprovadas tais manobras a TV Mirante poderia até perder a licença de funcionamento. O trabalho da federação é de tamanha responsabilidade que é supervisionado pelo judiciário.

Enquanto no Brasil a comunicação é oligárquica, em países como os EUA, Inglaterra, França e Alemanha isto é combatido seriamente. Eles possuem sempre algum órgão, conselho ou federação incumbido de fiscalizar o conteúdo da programação e conceder o direito ou não da concessão. O objetivo desses órgãos é democratizar a comunicação e jamais permitir que os veículos sejam utilizados em benefício de pequenos grupos políticos.

O poder do rádio

No País do futebol os mandatários das grandes redes além de manipular os canais de TV, têm plenos poderes nas emissoras de rádio. O rádio teve e tem grande audiência no Brasil e no mundo. Na Alemanha, Hitler a utilizou para propagar as idéias nazistas e as notícias em benefícios do regime que ele liderou. No Brasil durante a ditadura do Estado Novo, de 1937 a 1945, não foi diferente. O ex-presidente, Getúlio Vargas, um grande visionário, percebeu o potencial e investiu na propagação do rádio, com isso obteve um meio fácil e rápido para divulgar as feitorias da ditadura.

O ex- presidente acreditava que o povo deveria ser “gado” conduzido pela elite. Para desespero dos brasileiros, que não tinha nenhuma representatividade na imprensa, que era amordaçada e recebia permissão apenas para falar a favor dos poderosos. O grande estadista percebeu ainda, que além de propagar suas idéias poderia ter lucro com o rádio comercial, modelo já utilizado pelos EUA. O que seria uma decepção para Roquete Pinto, que idealizou o padrão de rádio sustentado pelos sócios e com a programação toda, voltada para educação, informação e entretenimento dos ouvintes.

A história se repete, e permanece, nas décadas de 60 e 70, durante o regime militar. A população brasileira recebia as notícias, os feitos de um governo, que dominava, manipulava e determinava a vida das pessoas, através do “radinho de pilha”. Os milicos não permitiam nenhum tipo de manifestação contrária ao regime, e para garantir que suas ordens eram cumpridas, mantinham um censor em cada veículo de comunicação.

A programação visava imputar na cabeça do povo que estava tudo “lindo, verde e amarelo”. E tanto no Estado Novo como no militarismo, o povo foi bombardeado com notícias que não causaria prejuízo aos regimes, dessa forma seus lideres permaneceriam no poder.

O povo brasileiro, cansado de tanta dominação, começa a reagir na década de 80. Nesta ocasião mais de 50 emissoras de rádios comunitárias surgem no País. A maioria delas era clandestina e pertencia a jovens e a grupos de trabalhadores que utilizavam o rádio para difundir as idéias anti-ditadura, anti-capitalistas, enfim, tudo que fosse contra o sistema que na ocasião oprimia a classe operária.

De lá para cá surgiram novas emissoras, e algumas das existentes foram fechadas pela Polícia Federal, alegando irregularidades. Na capital baiana, em 2004, existiam aproximadamente 40 rádios comunitárias FM, mas apenas dez tinham licença para funcionar. As outras 30 eram consideradas clandestinas, mesmo estando com o processo em andamento no Ministério das Comunicações. Isso porque a burocracia é absurda e muitos processos levam de cinco a seis anos para serem julgados.

A licença para funcionamento das rádios é motivo de preocupação para os proprietários dos grandes conglomerados de comunicação. Eles alegam diminuição na receita publicitária e que as rádios comunitárias não têm as mesmas despesas que eles. Mas é importante ressaltar que um dos critérios para fundar rádio comunitária é que as emissoras não tenham fins lucrativos. O objetivo é levar serviço onde o estado não entra. Mas os empresários e dominadores da comunicação não têm interesse que isso seja facilitado por inúmeros motivos, além do publicitário, é claro. Um deles é ter a população questionadora e consciente dos seus direitos.

Como a maioria desses empresários são políticos, e legislam em beneficio próprio, jamais permitirão que tais liberações sejam concedidas facilmente e para todos que dão entrada.

A comunicação no Brasil não é tratada com seriedade. E também não é dado o devido respeito ao poder que ela tem. A concessão que poderia ser utilizada para informar a sociedade e criar políticas públicas, atualmente defende apenas os interesses de pequenos grupos políticos. Com isso a sociedade fica a mercê de uma minoria dominante que manipula a informação sempre a seu favor, sem nenhum comprometimento com a verdade, desrespeitando descaradamente os brasileiros.


Referências

ABREU, Diego. Roseana anuncia secretariado nesta sexta, diz assessora. Disponível em: <http://g1.com/noticias/politicas/0,,MUL1088399-5601,00.html>. Acesso em: 04/2009.
COSTA, Luciano. Programa 998 - O vice-rei do Amapá- Desconcertando a mídia. Disponível em: . Acesso em: 04/2009.
MORETZSOHN, Sylvia. Mistificações em torno da liberdade abstrata. Dispinível em: <http://observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=532CID001>. Acessado em: 04/2009.
COSTA, Henrique. CASO SARNEY. O coronelismo eletrônico sem controle. Disponível em: <http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=526JDB006>. Acesso em: 04/2009.
FILHO, Pedro. Rádios comunitárias não são reconhecidas pelo Estado. Disponível em: <http://www.vermelho.org.br/diario/2004/1127/1127_radio-comunitaria.asp>. Acesso em: 06/2009.
MODESTO, Cláudia. Rádio, poder e política. Disponível em: http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=538IPB006#. Acesso em: 06/2009.
AUTOR desconhecido. A hora do Brasil. Disponível em: <http://www.locutor.info/Biblioteca/O_radio_no_Brasil_ate_o_Estado_Novo.doc>. Acesso em: 06/2009.
MARTINS, Franklin. Jornalismo político. Reempressão. São Paulo, Contexto, 2005. Pg. 45 - 86.
LOPES, Vera de Oliveira Nusdeo. A lei da selva. In.: BUCCI, Eugênio e HAMBURGUER, Esther. A TV aos 50 - Criticando a televisão brasileira no seu cinqüentenário. São Paulo, Fundação Perseu Abramo, 2000. Pg. 167-181

FILHO, Laurindo Lalo Leal. A TV pública. In.: BUCCI, Eugênio e HAMBURGUER, Esther. A TV aos 50 - Criticando a televisão brasileira no seu cinqüentenário. São Paulo, Fundação Perseu Abramo, 2000. Pg. 153-165.

domingo, 3 de maio de 2009

Salve o Vitória!

Depois do 2º tempo, veio a surpresa, para quem achou que estava tudo decidido.
O 1º gol, e na sequência o empate, e lá estava o meu Vitória empatando e garantido o Campeonato 2009.
Muita emoção!
E assim!!! acreditamos!!! torcemos!!! E graças a DEUS veio a Vitória para o Vitória!!!
Aos torcedores do Bahia parabéns pelo 2º lugar, com todo respeito. Futebol é assim, alguém tem que perder para o outro ganhar.
Dessa vez fomos felizes!
Vamos todos comemorar, respeitando os adversário, com a taça na mão!

Parebéns Vitória! Valeu pelo campeonato!

Vitórrrrrrrrriiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiaaaaaaaaaaaaaaa!!!

sábado, 4 de abril de 2009

Humaitá. Sem comentários!


Foto: Márcia Barreto


A imagem diz tudo!

Ponta Humaitá. Paisagem perfeita!

Foto: Márcia Barreto

Ponta do Humaitá


Foto: Márcia Barreto

Ponta Humaitá- SSA/BA

Foto: Márcia Barreto

Vista da Ponta do Humaitá- Salvador/Ba


Foto: Márcia Barreto

Mais Rio Vermelho



Foto: Márcia Barreto

Praia do Rio Vermelho-Salvador/Ba


Foto: Márcia Barreto

Cachorros em harmonia

Foto: Márcia Barreto

A trsteza atrás das grades

Foto: Márcia Barreto

Engarrafamento na BR


Campanha eleitoral que parou a BR. Foram mais de 3 horas esperando o candidato de Santo Antonio, do Dem, pedir voto ao povo. Falta de respeito parar uma estrada deste porte. Mas isto é Bahia, é Brasil. Ninguém faz nada!
Haja paciência! Uma viagem que seria realizada em 5 horas, levou o dobro, por causa deste "chandidato".
Foto: Márcia Barreto

Política é fácil fazer, o duro é realizar as promessas.


Foto: Márcia Barreto
Estrada entre Dário Meira- Salvador
Engarrafamento causado pela campanha eleitoral para prefeito em 2008.
É política para todo lado. Na hora de trabalhar todos somem e que paga o preço é a população carente.

Que triste vista!


Dário Meira- Bahia
Triste rio!
Pobre povo!
Foto: Márcia Barreto

Aqui Jaz um rio!


Com pouco mais de 16.102 habitantes, contados em 2004(Fonte: Wikipédia).
A pequena cidade convive com a poluíção passando nas portas das casas, por debaixo delas, e respiram isso! Onde iremos parar???!!!
Foto: Márcia Barreto

Chegamos !!! Cidade pequena, mas com problemas de Capital.

Dário Meira- 401 Km distânte de Salvador













Foto: Márcia Barreto

Caminho entre Jequié e Dário Meira/ Bahia


Foto: Márcia Barreto

É de verdade!


Jequié- Ba
Foto: Márcia Barreto

Quem disse que isso é maquete? São casas populares em Jequié-Ba


Parece casinha de boneca!
Foto: Márcia Barreto

Cidade do sol, mesmo!!! Jequié- Ba

Foto: Márcia Barreto

Sessão Fotos!


Cidade de Jequié- Bahia
Foto: Márcia Barreto

domingo, 29 de março de 2009

Temos que exigir o nosso diploma e uma formação de qualidade!

Na quinta- feira li em um jornal de grande circulação de Salvador, um editorial que falava da ladaínha que gira em torno do diploma de jornalista.
Parece piada, mas o STF que votar a favor da não obrigatoriedade do diploma.
Por que para ser médico, engenheiro, dentista...é necessario diploma? E para ser jornalista não?
Os SRS. donos do povo, das leis e do BRasil, sabem que nós temos um grande poder, que é o de manipular as informações e a sociedade. Sabem ainda que se tivermos boa formação acadêmica e bagagem, jamais aceitaremos ser dominados por eles e lutaremos por uma notícia informativa sem fins, puramente políticos e de interesse de pequenos grupos.
Isso eles não desejam!
Então vão tentar exterminar os que podem atrapalhar a manutençaõ do poder deles. Justamente banalizando a profissão de jornalista. Qualquer um pode fazer, escrever e pronto! Não é verdade! É necessário formação e responsabilidade, para que não sejam mostrado programas feito por radialistas que desconhecem o código de ética e banalizam a vida humana.
Este é um momento de união e quem estiver neste caminho por paixão deve se juntar aos movimentos, que estão acontecendo por todo o país em defesa do diploma.
Os coronéis da comunicação querem mantér-se a qualquer preço no poder e deixar os seus herdeiros.
Não podemos permitir que isso aconteça! Todos tem direito a informação de forma clara e com responsabilidade.
Vamos neste dia 31 de março de 2009, às 11 horas, em frente ao Forum Ruy Barbosa, gritarmos pelo direito de um jornalismo com ética e formação de qualidade.
Espero por todos vocês lá!

sábado, 7 de março de 2009

Violência!

Por Márcia Barreto



A violência tomou conta das ruas e dos lares. O momento é de alerta geral! As pessoas quando se encontram tem apenas um assunto para conversar: - A violência.
Em alguns casos a polícia não intimida os marginais. Importante ressaltar, que nem os bairros nobres estão livres da brutalidade que toma conta da humanidade. Imaginem!!! então o quanto sofrem os moradores dos bairros pobres??? Quantos choram e sofrem sem ter para quem pedir socorro!!!
O abandono por parte do poder público é grande. Todos eles falam que a violência está crescendo, mas ninguém procurar solucionar o problema lá na essência. Não basta criar mais cadeias, presídios e prisões, o povo clama por coisas básicas como: educação, saúde e a tão comercializada no período das eleições: - inclusão social.
Enquanto isso não acontecer os bairros da Capital Baiana e de outras grandes Capitais permaneceremos à mercê dos marginais. Lamentável! Porque muitas vidas foram e serão ceifadas. O resultado de tudo isso: - sofrimento, tristeza e muita dor. Só quem já passou sabe o quanto é doloroso e triste"naão existe palavra para explicar a dor"!
Pedimos aos governantes e detentores do poder, que tenham atenção com o povo. A população não agüenta mais tanto descaso e abandono.
Todos nós somos vítimas!
Muitos dos infratores são pessoas que não tiveram oportunidades na vida, a não ser o mundo do crime. Acreditam eles na ilegalidade. Ilusão! Na ausência do Estado, alguém tem que assumir a paternidade daquela comunidade e do seu povo. Justo ai! mora o perigo!

Nossa cidade é linda! O que mata é violência e o abandono!


Foto: Márcia Barreto

A grande companheira da noite!



Saída da fazenda onde fica a imagem de Nossa Senhora de Anguera- 2007/Ba
Foto: Márcia Barreto

Interior da Igreja de Nossa Senhora de Anguera- 2007





Foto: Márcia Barreto

Anguera 2007


Viva a beleza de DEUS!
Foto: Márcia Barreto

Dia de Nossa Senhora de Anguera

Momento de Fé!



Foto: Márcia Barreto




Foto: Márcia Barreto
O sorriso que mudou
Márcia Barreto

A expectativa de conhecer a jornalista/publicitária Rita Batista era grande e foi superada no dia 31 de outubro de 2007, quarta-feira, às 21 horas. Ela entrou na sala de aula do prédio do ISBA, trajando um jeans básico, uma bata, uma sandália de dedo e um toço na cabeça, deixando à vista o cabelo trançado.
Sorridente e de bem com a vida, pediu mil desculpas pelo atraso, já que a entrevista estava marcada para as 20 horas e ela chegou pouco depois por causa do engarrafamento. Sentou-se ao lado do professor Leandro Colling, recebeu as boas-vindas e começou ali o que seria uma entrevista para os alunos jornalismo, mas, pela descontração, virou um bate-papo.
Logo a imagem de uma pessoa de poucas risadas, sisuda e “achando-se” por ser jornalista, construída através de conversas pelos corredores da Faculdade Social, foi desfeita. Batista bebia água a todos os instantes e fazia movimentos circulares com o copo plástico descartável, ao mesmo tempo respondia a todas as perguntas com naturalidade. E conquistou a platéia.
Rita Batista, negra, filha de Iansã, freqüentadora do terreiro em Ipiaú, da linhagem de Angola, com 28 anos, aproximadamente 1,60 de altura e em torno de uns 50 kg, transformou o que seria trabalho em diversão. Atualmente é a única mulher negra apresentando um telejornal e à frente de um programa de rádio com duração de três horas.
Começou falando que nunca passou dificuldades quando criança, ao contrário de outras pessoas públicas que iniciam suas conversas-entrevistas narrando as complicações da infância. Nascida em Periperi, subúrbio ferroviário, e criada pela avó, de quem herdou a expansividade e a vaidade, Rita fala com muito orgulho da vovó. Apesar de manter contato e boa relação com os pais, nunca deixou de morar com ela, a quem atribui todas as suas conquistas.
A avó queria que ela fosse independente e sempre procurou colocá-la em excelentes escolas. No Colégio Santíssimo Sacramento - Sacramentinas (Salvador) disputou a vaga com uma jovem branca, filha de pessoas ricas, o que determinou sua desclassificação porque era negra e sua família não era de posses. No Colégio Santa Dorotéia não teve problemas e estudou todo primário.
Depois foi para o Dois de Julho, onde pertencia a uma “gangue”, composta por apenas duas mulheres e vários rapazes. Junto com os companheiros de classe, pichou o banheiro do Colégio. Tudo parecia estar sob controle até Tomas, seu colega, sair do W.C. com piloto no bolso e ser visto pelos funcionários da escola. Todos foram chamados pela direção do colégio e suspensos das aulas. Foi uma lição para a garota que, entre recuperações e aprovações, concluiu o segundo grau.
Rita nunca se filiou a movimento negro ou partidário, por achar que são muito radicais e não concordar com a forma utilizada por eles para resolver as coisas. Ela diz ainda que sua política é entrar, fazer, enfrentar e não deixar ninguém se aproveitar nem tão pouco intimidá-la pelo fato de ser negra. Quando quer, ela vai a luta.
No início da carreira, atuou como produtora de comerciais e filmes. Foi estagiária da TV Salvador, quando cursava o último semestre da faculdade de publicidade e propaganda; estava sempre disposta a fazer qualquer trabalho na área de comunicação; e cultivava um grande sonho: ser jornalista.
Após o estágio na TV, voltou à atividade de produtora. Responsável pela realização do clip do cantor Rick Martin e, com isso, conseguiu ganhar dinheiro. Atualmente, é apresentadora de um telejornal na TV Aratu e está à frente de um programa na Rádio Metrópole, chamado “Aí Vem Elas”. Nele, ela se solta e tem vários ouvintes, considerados seus amigos pela tamanha assiduidade dos contatos via web.
Ela troca muitos e-mails com os ouvintes e escutar opiniões sobre os temas abordados. Essa relação é muito importante para ela. “Se peço para mandarem e-mail para mim, tenho a obrigação de ler e responder a todos”, diz
Sua carreira como apresentadora começou quando passou um e-mail para Mário Kertez, proprietário da Rádio, ele mesmo a chamou para uma entrevista e, em seguida, a contratou. Logo após, veio o convite para a TV Aratu. Rita tornou-se a única negra na redação do veículo e mantém uma relação de respeito com o chefe. Todos tratam o “todo poderoso” de Mário e ela faz questão de chamá-lo de Doutor, considera as opiniões dele, mas, quando necessário, o enfrenta sem medo, enquanto os colegas não têm coragem de afrontá-lo.
Realizada na profissão, a filha de Iansã inicia o seu dia bem cedo e acaba após as 20 horas, mas sua jornada de trabalho já foi mais extensa. Ela afirma com entusiasmo: “Não canso nunca porque sempre quis ser “jornalista”. Amo o que faço! E cada vez mais mergulho no trabalho em busca de novas experiências”, diz a publicitária que também fez um curso técnico de radialismo que assegura a ela o direito de atuar em meios áudio-visuais.
Mas toda essa dedicação tem um preço e ela sofreu com o fim do casamento de quatro anos, com Tiago. Mesmo sorrindo, na maior descontração, são nítidas a tristeza e, no final, uma esperança de, quem sabe, reatar a união: “Deixa o tempo passar”, lembra, contando que o casamento acabou porque ela não soube cuidar dele e que sofreu muito com a separação. Emagreceu, chorou, mas deu a volta por cima e hoje está “tico tico no fubá”. Na ocasião do afastamento foi à loja C&A fez umas compras e renovou todas as calcinhas, inclusive as furadas.
Vai a shows de samba e, quando sabe o repertório canta junto com o artista e se diverte muito. De cinema, ela fala com bastante entusiasmo: “Adoro cinema!’. Quando esta em casa, tem a companhia dos seus três gatinhos. Cliente fiel da Vídeo Hobby, loca vários filmes por semana e assiste a todos junto com os felinos.
Moradora do largo dos Aflitos, no centro, não costuma viajar nas férias, permanecendo aqui redescobrindo a cidade. Seus planos são continuar trabalhando e, quando necessário, diminuir o ritmo, fazer intercâmbio e, como ela diz, “deixa acontecer”. Dessa forma, encerramos a entrevista.
Oportunidades perdidas
Márcia Barreto

José Nunes Barreto, apaixonado pelo Vitória Esporte Clube, é um aposentado de 67 anos, casado, pai de dois filhos, que não aparenta a idade que tem pela tamanha disposição para o trabalho. Acorda todos os dias às 04 da manhã, para as 04:45 pegar o ônibus em Amaralina rumo à feira livre de São Joaquim. Por volta das 05:15, já começa atender seus clientes que chegam logo na primeira hora.
Já fez várias coisas na vida. Nas décadas de 1960 e 1970, em pleno Regime Militar, foi fiscal de ônibus, mascate, estudante de engenharia, mas nada o satisfazia e nenhumas das oportunidades foram aproveitadas até o final. Restando a experiência e o arrependimento de não ter aproveitado todas as chances que a vida lhe ofereceu.
Depois disso, foi trabalhar na feira como vendedor de farinha, verduras, banana e maracujá. A comercialização dessas mercadorias não rendia muito dinheiro, mas ele sentia-se satisfeito em comerciar naquele local. No ano de 1974 conheceu sua mulher, e um ano depois veio à primeira filha, que não estava programada, iniciando uma nova fase na vida do casal. Ainda como feirante, dedicou-se muito para garantir o leite da criança.
Mesmo com a filha pequena, o casal tinha vida social ativa. Participavam de comemorações em casa de parentes e amigos, iam as praias, aos parques, festas de largo, viagens e carnaval. Sempre com a pequena. Quando ela adormecia, preparavam uma caminha e a deitavam, mas, não deixavam com ninguém. Era grande parceira dos pais.
Em 1978, nasceram mais dois filhos, eram gêmeos e portadores de doenças cardíacas. Eles morreram aos três meses. Abalado com as perdas, se entregava aos afazeres, mas as coisas não estavam boas: movimento fraco e clientes desaparecidos. Assim, naquele ambiente de abandono ele preocupou-se como seria para garantir o sustento da família.
O momento era de dor, seu esforço era dobrado e necessário. A esposa e a filha de dois anos necessitavam, e muito, dele. A criança não entendia direito tudo o que acontecia, mas sentia o clima de tristeza no ambiente familiar. Seu sonho, de tirar o sustento familiar, da venda de gêneros alimentícios, se distanciava a cada dia. Com tudo isso nunca deixou faltar nada para seus entes queridos.
Na década de 1980, final do regime militar, chega o quarto filho. Desta vez, não houve alternativa: vendeu a barraca, contra sua vontade, aceitou o convite de um amigo e foi trabalhar em uma rede de supermercados na capital baiana. Já trabalhando, não esquecia da época de feirante e dizia que não tinha nascido para trabalhar para ninguém. Não se acostumava com a figura de um patrão.
Durante esse tempo, fez umas economias e foi aumentando a casa que, no início, tinha apenas cozinha, um quarto e banheiro. Foi muito sacrifício! Muitas vezes, após um dia inteiro de trabalho, ao chegar à noite em casa ia assentar piso, levantar e rebocar paredes, sempre com a ajuda da esposa. Caminhavam lado a lado.
Parceiro incondicional da esposa dividia as tarefas domésticas com ela. Desde quando os filhos eram bebê, cuidou com esmero, lavava fraldas, dava papinha, levava ao médico, à praia, ao zoológico e outros lugares. No dia 29 de março de 1985, vem ao mundo o seu último filho. Junto com a companheira optou pela ligadura de trompas para encerrar a quota de herdeiros.
Tudo parecia correr normalmente até que o pediatra diagnosticou problema no coração do menino. Daí em diante, houve uma luta pela sobrevivência. Inúmeros profissionais foram consultados e o diagnóstico era unânime: se ele sobrevivesse até a idade de um ano e meio, faria uma cirurgia e a expectativa de vida seria maior. Foram inúmeras internações, consultas, tratamentos espirituais, orações em igrejas, entre amigos e familiares.
Até que, na noite de Natal de 1985, à maia – noite, ele deu seu último suspiro e foi para o lado de Deus. Os pais ficaram abalados. E a irmã mais velha, que na ocasião tinha dez anos, não aceitava o que estava acontecendo. No hospital, enquanto aguardavam o médico liberar aquele pequenino corpo, para o enterro, a cena era comovente: genitores sentados lado a lado, em um banco de madeira, procurando acalmar a filha que chorava muito no colo deles pedindo o irmãozinho de volta.
Após o momento fúnebre, a vida, aos poucos, foi retornando ao normal para aquela família. O tempo passou. José conseguiu transformar o quartinho em uma residência de três quartos. “Não é nenhuma mansão, mas é onde passo o sol e a chuva”, fala, ao olhar para o domicílio de hoje, enquanto as lembranças daqueles momentos lhes vêm à cabeça. A casa não está totalmente pronta: faltam várias coisas, como rebocar algumas partes, fazer mudanças nos quarto, mas isso só com tempo e calma.
Na década de 1990 houve um corte de funcionários e Nunes perdeu o emprego. Ele aproveitou a saída, seus filhos mais ou menos criados, e retornou para feira de São Joaquim, onde está até hoje e de onde sabe se quer sair. “Gostaria de não precisar chegar tão cedo. Porque a violência tá demais, mas, se não tem outro jeito, eu vou”.
Muito calado, mas quando conversa sobre a história de vida, é nítido o arrependimento de não ter aproveitado mais as oportunidades. “Eu vacilei muito! Fui convidado para trabalhar na Petrobras e não quis, era acionista do Hospital Salvador e abandonei, e hoje vejo quantas oportunidades a vida me deu e eu desprezei” desabafa o aposentado. Por isso fala sempre para os filhos aproveitarem as chances e não seguirem o caminho das incertezas, dos sonhos soltos no espaço que percorreu. “Peguem o que estiver ao alcance e façam diferente do que fiz, por que quando o arrependimento vem já é tarde” aconselha José.

sábado, 17 de janeiro de 2009

Praia, sol e mar


Ao acordar olhei pela janela. Que dia lindooooooooooooo!!!Não pensei duas vezes. Tomei um banho, coloquei o biquíne e fui para praia. Logo na chegada percebí que o mar estava secando e fiquei a contemplar aquela imensidão de água que me traz uma paz interior e acalma o meu coração de forma mágica. Sempre que sinto tristeza ou solidão vou correndo em busca da paz que só o mar proporciona, pelo menos ao meu ser.Um dia me perguntaram o que achei do tempo que morei em São Paulo e respondi: - Adoro! Amo aquela cidade, mas a tristeza era enorme toda vez que ia para rua e ao meu redor só existia fábricas, carros, casas, favelas e nada do azul do meu mar"que egoísmo- meu". A coisa foi tão forte que percebí, aqui não tenho mais condições de ficar. Como uma boa soteropolitana, segui para minha terra natal.Quando cheguei aqui, a primeira coisa que fiz foi ir à praia mesmo debaixo de chuva. Quando vi o mar, que neste dia estava cinza, chorei de emoção e prometi que nunca mais fico distânte dele.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Pedido de desculpas!

Boa noite!


No meio do caminho encontramos alguns obstáculos, mas isto não significa que paramos. Assim foi comigo, por questões operacionais deixei de postar os meus trabalhos neste blog, mas muito em breve terei novidade, e postar será uma terapia diária. Vou me esforçar ao máximo para resolver as questões operacionais, e ai preparem-se para o bombardeio de trabalhos.

Bjs no coração de todos.

Fiquem com DEUS!

Márcia Barreto